
Estava escuro, nunca havia notado a sala de estar tão cheia como naquele momento.
Pessoas entravam e saiam por aquela porta e não eram capazes de derrubar uma lágrima. Porque será?
Alguém havia modificado aqueles ares, não eram mais os mesmos. Os meus móveis, quem mecheu neles? O meu porta-retrato não estava ali!
Os passos intensificavam-se cada vez mais a medida que aproximavam-se do quarto.
Mas de quem eram aqueles passos? Seriam os meus?
